“Só perde com o PL das Fake News quem lucra com a mentira e o discurso de ódio”, diz Orlando

Brasília, segunda-feira, 7 de março de 2022 - 13:16

POLÍTICA

“Só perde com o PL das Fake News quem lucra com a mentira e o discurso de ódio”, diz Orlando


Por: Hora do Povo

Projeto cria um tipo penal para combater as organizações criminosas que produzem e disseminam fake news e para quem as financia.

Richard Silva/PCdoB na Câmara

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), relator do projeto de lei (PL) de Combate às Fake News, afirmou que o projeto só prejudica quem hoje “ganha bilhões com a ausência de regulamentação” das redes sociais.

Orlando rebateu a argumentação do Facebook, que veiculou uma peça publicitária contra o Projeto de Lei 2.630/20.

O Facebook disse que o PL iria prejudicar os pequenos empresários que fazem publicidade online.

Segundo o deputado federal, “quem ganha bilhões com a ausência de regulamentação até paga para espalhar fake news sobre o projeto para amedrontar pequenos empresários. Ninguém perde nada com a lei, exceto quem lucra com a mentira e o discurso de ódio. O Brasil não é terra sem lei!”.

Orlando Silva classificou a peça publicitária como “terrorismo e chantagem”.

“O que o projeto prevê não tem nada que afete a vida das pequenas e médias empresas. Não existe nenhuma hipótese de qualquer prejuízo a pequenos negócios, nenhuma hipótese”, disse o relator.

“O que essa empresa [Facebook] faz é tentar manipular, dizendo que vai atingir pequenos empresários para, na verdade, esconder seus verdadeiros interesses”, argumentou.

“Sobre as regras de publicidade, o que nosso projeto prevê é equiparar empresas internacionais às empresas brasileiras. É submeter as regras e os contratos de publicidade às regras da lei do Brasil. E mesmo assim, nós podemos preservar inteiramente as pequenas e médias empresas brasileiras”, continuou.

O relatório de Orlando Silva já foi aprovado no grupo de trabalho montado para discutir o tema. O deputado disse que vai apresentar o documento, com algumas alterações, ainda em março.

O projeto cria um tipo penal para combater as organizações criminosas que produzem e disseminam fake news e para quem as financia. Além disso, exige que as plataformas de grandes redes sociais tenham representação no Brasil.

Outro ponto é a criação de um Comitê Gestor da Internet, que será responsável por elaborar os parâmetros a serem seguidos pelas redes sociais.









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