Renildo Calheiros: crime cometido pela polícia não pode ficar impune

Brasília, sexta-feira, 7 de maio de 2021 - 17:27      |      Atualizado em: 13 de maio de 2021 - 11:1

CHACINA JACAREZINHO

Renildo Calheiros: crime cometido pela polícia não pode ficar impune


Por: Priscila Lobregatte, Portal PCdoB

Chacina na comunidade do Jacarezinho deixou ao menos 25 mortos.

Wilton Junior/Estadão Conteúdo
Manifestantes realizaram protesto contra a operação da polícia que deixou 25 mortos no Jacarezinho

O líder do PCdoB na Câmara, deputado Renildo Calheiros (PE) manifestou, nesta sexta-feira (7), sua indignação diante do assassinato de 25 pessoas durante operação policial na comunidade do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, na quinta-feira (6).

“Nosso luto parece não ter fim. Lamentamos as 25 mortes na comunidade do Jacarezinho, no Rio. No Brasil, mulheres e homens trabalhadores, adolescentes e crianças perdem a vida para a violência cotidiana”, disse Renildo pelas redes sociais.

Renildo classificou a chacina como “inaceitável” e destacou: “São 25 brasileiros assassinados por aqueles que deveriam protegê-los. O crime cometido pela polícia não pode ficar impune. O assassinato não pode ser banalizado”.

Chacina

A Polícia Civil afirmou que a Operação Exceptis visava combater grupos armados de traficantes de drogas que estariam aliciando crianças para o crime.

Os dados divulgados pela polícia até o início da tarde, indicam que 25 pessoas teriam sido mortas, entre elas 24 suspeitos e um policial civil. Durante o intenso tiroteio, dois passageiros que estavam dentro do Metrô ficaram feridos. Segundo o MetrôRio, um foi baleado de raspão e o outro foi atingido por estilhaços de vidro.

Pelas redes sociais, moradores do Jacarezinho relataram mais mortes que as computadas, além de corpos no chão, invasão de casas e celulares confiscados.

Um morador do Jacarezinho afirmou que, durante a perseguição de criminosos e policiais, duas pessoas foram mortas na casa onde ele vive com a avó. Imagens do imóvel mostram o local sujo com o sangue das vítimas. Ele disse que presenciou a morte junto com a idosa.

Por volta do meio dia, um grupo de moradores fez um protesto em um dos acessos à comunidade e tentou fechar o trânsito em uma rua da região.









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